Bela interpretação de Cristina Macedo do poemeu "três pálpebras", do livro "Tudo Figura" no programa Tons&Letras, produzido por Luis Dill, que foi ao ar nesse último sábado na rádio FM Cultura. Confira:
segunda-feira, outubro 02, 2017
sábado, setembro 16, 2017
POESIA POIS É
Matéria sobre poesia no link abaixo que destaca poetas contemporâneos e menciona a produção dos Haicais Carimbados, serie de poemas visuais criada por Diego Petrarca. Segue o link:
http://jornaldopovo.com.br/site/blogs/485/258121/Para_gostar_de_ler_Poesia_contemporanea.html
http://jornaldopovo.com.br/site/blogs/485/258121/Para_gostar_de_ler_Poesia_contemporanea.html
quarta-feira, agosto 30, 2017
LETRA E MÚSICA NA ABL
O poeta e filósofo carioca Antônio
Cícero foi eleito membro da Academia Brasileira de Letras no dia 10 de
agosto de 2017. Cícero escreveu livros
de filosofia (ensaios, crítica) e poesia, os eixos centrais da sua atividade intelectual
e artística. É, sobretudo, um poeta. No entanto, antes mesmo de publicar seu
primeiro livro de poesia, Antonio Cícero afirmou-se como poeta através das suas
letras de música ao lado da sua irmã Marina Lima a partir dos anos 70.
De lá pra cá a parceria
rendeu inúmeras canções que emplacaram sucessos como Fullgás, Charme do Mundo, Pra Começar. A canção O último romântico (com Lulu Santos), obteve
grande repercussão, além de canções gravadas por Caetano Veloso e Maria
Bethânia.
Nos anos 90, a poesia de
Antônio Cícero virou canção pelos acordes de Adriana Calcanhotto e João Bosco. Em
1996 publica o volume Guardar, que
reunia em seu repertório poemas inéditos e letras desamparadas da música.
Para Cícero é clara a
diferença entre um poema cantado e uma poesia escrita, enquanto a letra da
canção é heterotélica, isto é, não possui fim em si própria, pois está condicionada a força e adequação da
canção, o poema do livro é autotélico: vale por si e exige do poeta toda sua
concentração, repertório, experiência e imaginação.
Esse fato é novidade na ABL,
tendo este imortal veiculado boa parte da sua produção poética em outro
território artístico paralelamente a publicação de livros. Será o eco do Nobel
de literatura Dylan Zimmermann? É interessante reconhecer que desse modo a
poesia firma sua base através da oralidade e na música (desde sua origem) do
que apenas no modelo livresco que
normalmente consagra e autoriza o poeta
a ser poeta.
Cícero assim dimensionou sua
poesia para fora da zona da página. Outros poetas do Brasil também
desenvolveram parte da sua produção
poética na MPB e aproximaram disco e livro pra veiculação do discurso poético.
É animador que essa prática seja reconhecida pelos órgãos renomados da cultura
literária, ressaltando que a criação poética pode ser cultuada por outros
parâmetros renovando o gosto de sua apreciação.
segunda-feira, agosto 07, 2017
BOCA SEM BEIJO
O poema Boca sem beijo, do livro Tudo Figura, foi lido pela escritora Cristina Macedo no programa Tons & Letras da FM Cultura, apresentado por Luis Dill.
goo.gl/XNvJxw
goo.gl/XNvJxw
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sábado, julho 29, 2017
PREFÁCIO
Novo livro do escritor Lucas Bonez, Antes da última queda, lançado recentemente e prefaciado por Diego Petrarca, segue o trecho do texto dessa apresentação na contracapa. Poesia com frescor de nova lira romântica em pleno século 21.
sexta-feira, julho 28, 2017
POESIA NA ESCOLA
A poeta e compositora Delma Gonçalves na Escola Irmão Miguel Dario durante a semana de palestras sobre a Cultura Negra no RS. Atividade organizada pelos professores Diego Petrarca e Rafael Saraiva. Um pouco da sua trajetória poética em livro e canção compartilhado num bate papo e leitura de seus poemas com os alunos.
domingo, junho 25, 2017
POSSE POÉTICA
Posse de Beatriz Balzan Barbisan na Academia Literária Castro Alves, Diego Petrarca foi seu padrinho na cerimônia, a escritora lançou seu livro Fios Entrelaçados em 2016, prefaciado por Diego Petrarca que também ministrou oficinas literárias onde Beatriz frequentou e de algum modo desencadeou toda sua força poética há tempo já reconhecida.

terça-feira, junho 06, 2017
50 ANOS
Junho de 1967 era lançado o disco histórico que mudou os rumos da música mundial. A ideia do disco-conceito. Disco obra de arte. Transgressão e invenção e letras experimentais. Ecoou aqui via Tropicália. Uma obra prima.
Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band cinquentenário.
MEMÓRIA DA LUA
O poema Memória da lua, do livro Tudo Figura, foi lido pela escritora Cristina Macedo no programa Tons & Letras da FM Cultura, apresentado por Luis Dill.
https://is.gd/fUp0ur
https://is.gd/fUp0ur
terça-feira, abril 18, 2017
POEMA RESENHA
O poema Resenha, do livro Tudo Figura, foi lindamente lido pela escritora Cristina Macedo no programa Tons & Letras da FM Cultura. Apresentado por Luis Dill.
https://is.gd/T5qiAV
https://is.gd/T5qiAV
domingo, abril 16, 2017
sexta-feira, março 31, 2017
segunda-feira, março 06, 2017
VÃO PASSANDO OS ANOS E EU NÃO TE PERDI
Passeio na Zona Sul
Na Rua Pedro de Oliveira Bitencourt
Bairro Tristeza
& Alice me acompanha
também
E com direito a trilha sonora.
quarta-feira, janeiro 11, 2017
RETRÔ 2016
Embora o ano de 2016 tenha se revelado tenebroso em alguns aspectos (talvez não seja exatamente o ano mas a coincidência de que alguns amargores tenham desaguado nesse ano) seguem aqui uma síntese do que me ocorreu nesse período em que se consagra o terceiro ano da primeira fase do quinto tempo. Mapeamento subjetivo.
O ano começou acompanhado o desenvolvimento e crescimento da nossa Alice, e depois a comemoração do seu 1 aniversário em novembro com um piquenique no Parque Germânia, (dia 11 de dezembro) com as famílias e a presença de amigos queridos e um poema chamado Alice Ri lido em coro por todos para brindar a aniversariante bebê. Esse ano de 2016 aprendi (aprendemos) muitas coisas ao perceber a Alice crescer, todos os detalhes, rituais, rotina e concentração que a condição de pai/mãe exige. Com certeza tivemos Andreia e eu serenidade, foco e fôlego para estar presente e cumprir as tarefas (que soam também como diversão e algum prazer) e acompanhar a Alice se desenvolver. Foi importante termos a consciência disso tudo.
Destaque para a ida habitual para o nosso litoral, as duas vezes ao lado do nosso amigo irmão Rodrigo Abrahão, o clima de mar e vento nos reabasteceu e deu a energia necessária para seguir 2016, além de poder apresentar o mar para a Alice. Sempre embalado pelo disco Banda do Mar (da banda luso-brasileira composta por Marcelo Camelo, Mallu Magalhães e Fred Ferreira) lançado em 2014, essas canções me serviram de mantras espirituais e fecharam em muitos aspectos com a temática do que percebo como desejo nessa fase da vida. Uma trilha sonora onde idealizei projetos e possibilidades em parte cumpridas ou plenamente possíveis. As letras e as canções serviam de pano de fundo para a projeção daquelas propostas lançadas nesse disco.
Infelizmente no ano de 2016 se pode ver a arbitrariedade política e visíveis desrespeitos a coisas que já tínhamos como conquistas democráticas, um ano onde a intolerância ficou no limite por algumas circunstâncias em que jamais pensamos assistir. Um ano onde a Cultura e a educação balançaram seus alicerces pela péssima orientação pelas quais elas foram submetidas. Pelo menos não faltaram atitudes e reações. Evoé Sapere Aude! Evoé Palavraria livros!
Destaque para a leitura de poemas do livro Olhos da Noite de Paulo Ohar, numa das edições do Sarau das Seis. Também as aulas de Literatura, Português e Redação na escola em que leciono, e uma boa sensação de pertencimento durante a rotina e o convívio na escola e no diálogo com os alunos. A série de poemas Haicais Carimbados ao longo do ano, um modo de projetar a poesia em outro suporte e outra forma gráfica de expor o poema: palavras simples combinando potências de significado encravado no cotidiano e aguçado pelo percepção, não apenas prática literária mas treino espiritual. O prefácio para o livros de ex alunos (salve Domingos e Auber e Nagel) de oficinas literárias (leituras durantes esses lançamentos), a colaboração na compilação de poemas para a intervenção Cultura pela Democracia, a participação com poesia em mais uma edição do projeto Cidade Poesia. As assessorias literárias, a produção do belo livro de contos Moinho Velho, de Maria Elizabeth Knopf e as leituras durante o lançamento no MEME Santo de Casa. O bate papo em edição única no Salão de Beleza Shape com a escritora Ana Mello e as leituras de seus escritos. A oficina literária Poesia de Uma Linha durante a Feira do Livro além da leitura e apresentação do livro Poema Sujo - 40 anos, do poeta Ferreira Gullar (também uma apresentação com outro formato do mesmo livro no espaço Aldeia em julho). E Ferreira Gullar partiu também nesse ano e já bastou para que 2016 fosse um ano ruim de digerir. A partida de Gullar me teve um peso enorme dada sua importância para a minha formação poética. Colaborei com o programa de rádio online Ligações Perigosas que rodou algumas leituras de poemas de Gullar para homenageá-lo. O grito de apoio da comunidade cultural a favor da TVE e FM Cultura lá no MEME. Novas leituras obre a Senhora Poesia, o belo e fundamental livro com as entrevistas de Allen Ginsberg: Mente Espontânea! A voz de Maria Bethânia e a canção de João Donato e Péricles Cavalcanti.Os poemas de Francisco Alvim e as Memórias Sentimentais de Oswald de Andrade. E no fim do ano a redescoberta da Shangrilá de Rita Lee. A produção de poemas novos, novas formas visuais e de elaboração poética esboçando um novo livro por enquanto chamado de Carnaval Subjetivo. Novos projetos poéticos estão na pauta para 2017.
Infelizmente no ano de 2016 se pode ver a arbitrariedade política e visíveis desrespeitos a coisas que já tínhamos como conquistas democráticas, um ano onde a intolerância ficou no limite por algumas circunstâncias em que jamais pensamos assistir. Um ano onde a Cultura e a educação balançaram seus alicerces pela péssima orientação pelas quais elas foram submetidas. Pelo menos não faltaram atitudes e reações. Evoé Sapere Aude! Evoé Palavraria livros!
Destaque para a leitura de poemas do livro Olhos da Noite de Paulo Ohar, numa das edições do Sarau das Seis. Também as aulas de Literatura, Português e Redação na escola em que leciono, e uma boa sensação de pertencimento durante a rotina e o convívio na escola e no diálogo com os alunos. A série de poemas Haicais Carimbados ao longo do ano, um modo de projetar a poesia em outro suporte e outra forma gráfica de expor o poema: palavras simples combinando potências de significado encravado no cotidiano e aguçado pelo percepção, não apenas prática literária mas treino espiritual. O prefácio para o livros de ex alunos (salve Domingos e Auber e Nagel) de oficinas literárias (leituras durantes esses lançamentos), a colaboração na compilação de poemas para a intervenção Cultura pela Democracia, a participação com poesia em mais uma edição do projeto Cidade Poesia. As assessorias literárias, a produção do belo livro de contos Moinho Velho, de Maria Elizabeth Knopf e as leituras durante o lançamento no MEME Santo de Casa. O bate papo em edição única no Salão de Beleza Shape com a escritora Ana Mello e as leituras de seus escritos. A oficina literária Poesia de Uma Linha durante a Feira do Livro além da leitura e apresentação do livro Poema Sujo - 40 anos, do poeta Ferreira Gullar (também uma apresentação com outro formato do mesmo livro no espaço Aldeia em julho). E Ferreira Gullar partiu também nesse ano e já bastou para que 2016 fosse um ano ruim de digerir. A partida de Gullar me teve um peso enorme dada sua importância para a minha formação poética. Colaborei com o programa de rádio online Ligações Perigosas que rodou algumas leituras de poemas de Gullar para homenageá-lo. O grito de apoio da comunidade cultural a favor da TVE e FM Cultura lá no MEME. Novas leituras obre a Senhora Poesia, o belo e fundamental livro com as entrevistas de Allen Ginsberg: Mente Espontânea! A voz de Maria Bethânia e a canção de João Donato e Péricles Cavalcanti.Os poemas de Francisco Alvim e as Memórias Sentimentais de Oswald de Andrade. E no fim do ano a redescoberta da Shangrilá de Rita Lee. A produção de poemas novos, novas formas visuais e de elaboração poética esboçando um novo livro por enquanto chamado de Carnaval Subjetivo. Novos projetos poéticos estão na pauta para 2017.
2016 foi um ano para aprender a respirar e onde alguns aspectos vitais se solidificaram, um ano de perceber que o passo dado adiante na vida agora pede e abre espaço. Deus me livre de ter medo agora/Depois que eu já me joguei no mundo/Deus me livre de ter medo agora/Depois que eu já pus os pés no fundo. Ano em que a serenidade reaprendeu a dialogar com a paz de espírito dentro aqui. Que seja e siga assim.
quarta-feira, dezembro 07, 2016
domingo, dezembro 04, 2016
sexta-feira, dezembro 02, 2016
sábado, novembro 19, 2016
1 ANO DA ALICE
18 de novembro, dia do 1 ano da Alice, só mesmo a poesia pra celebrar.
Eu quero ir
com Alice
lá dentro de uma nuvem cheia
que nunca chove
Eu quero ir
com Alice
lá onde o tempo
só serve pra voar
e onde o sol só desce
pra tomar banho de mar
Eu quero ir
com Alice
lá onde a estrela
namora o passarinho
e onde é privilégio
se sentir sozinho
Eu quero ir
com Alice
lá onde os anjos
criam as aparências
e onde só exista Deus
nas coincidências
Com Alice
eu quero ir
eu quero rir
com Alice
lá dentro de uma nuvem cheia
que nunca chove
Eu quero ir
com Alice
lá onde o tempo
só serve pra voar
e onde o sol só desce
pra tomar banho de mar
Eu quero ir
com Alice
lá onde a estrela
namora o passarinho
e onde é privilégio
se sentir sozinho
Eu quero ir
com Alice
lá onde os anjos
criam as aparências
e onde só exista Deus
nas coincidências
Com Alice
eu quero ir
eu quero rir
quinta-feira, novembro 03, 2016
POEMA SUJO NA FEIRA DO LIVRO
Poema Sujo, 40 anos de publicação. Dia 02/11 na Feira do Livro de Porto Alegre. Leituras, explanações e a celebração desse livro marco da poesia contemporânea escrito por Ferreira Gullar num momento de puro êxtase poético. Com Diego Petrarca, Andreia Laimer e Rodrigo Abrahão.
terça-feira, novembro 01, 2016
OFICINA LITERÁRIA NA FEIRA DO LIVRO
Encontro de uma única aula durante a Feira do Livro 2016, Poesia de Uma Linha ministrada por Diego Petrarca. Poemas regidos pela brevidade e máxima concisão abrindo inúmeras camadas de sentido.
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