Olha que beleza a 4 edição da revista Escriba, disponível no link abaixo e que reúne com sempre a finanobreflor da poesia contemporânea, liderada e encabeçada pelo poetíssimo Gerson Nagel. Celebrando o samba enredo e o nosso Carnaval. O poema de Diego Petrarca ITAPEVA está por essas páginas, inédito e inspirado pelo mar. Confira mais que nunca: https://is.gd/Hg3vBN
sábado, março 16, 2019
quinta-feira, março 07, 2019
REVISTA CARNAVALHAME
Já está no ar a terceira edição da Revista Carnavalhame. Uma deliberada poética do êxtase profundo para celebrar a "orgia niilista", segue o link para o desfrute: https://is.gd/2fMWca.
O poema de Diego Petrarca, Reativo, está na página 64.
E boa leitura.
sexta-feira, fevereiro 22, 2019
RASTROS DE VERÃO 2019
Na Padula Livros, dentro da programação do Festival Rastros de Verão. Com Lilian Rocha e Ryan Mainardi.
Palavras da Padula Livros: "Na noite de ontem tivemos o prazer de receber os escritores Lilian Rocha, Diego Petrarca e Ryan Mainardi nos inspirando com leituras e conversas literárias. O evento fez parte da programação do Festival Rastros do Verão 2019, que acontece em livrarias de Porto Alegre, este ano homenageando o escritor João Gilberto Noll".
PADULA LIVROS
Carnaval Subjetivo agora também disponível na excelente Padula Livros. Aproveita pra conhecer a bela recepção e acervo da livraria e sua programação cultural.
domingo, fevereiro 03, 2019
BALANÇO 2018
2018 findou. Deixou dores e delícias. Mostrou definitivamente que política é o fim, e que as tragédias sociais decorrentes disso deixam tenebrosos resultados. Foi um ano de renovação, de um novo ímpeto, primeiro ano da segunda metade do 5º tempo.
Um ano de livro novo, casa nova e a manutenção de uma disciplina interna ajustada com esforço. O ano de 2018 não doeu demais, apesar de eu ter vivido pra acompanhar uma grande perda, capaz de afetar implacavelmente meus sinais vitais.
Um novo modo de acordar? Foi um ano da permanência e aprofundamento de sólidas e necessárias amizades, de passeio ao sol de inverno, de boas reuniões de família e a surpresa de eu me saber forte. Aquele lado sereno e fácil de respirar que eu pretendo sempre impor à vida.
Segue 2018 em relato:
Um ano de livro novo, casa nova e a manutenção de uma disciplina interna ajustada com esforço. O ano de 2018 não doeu demais, apesar de eu ter vivido pra acompanhar uma grande perda, capaz de afetar implacavelmente meus sinais vitais.
Um novo modo de acordar? Foi um ano da permanência e aprofundamento de sólidas e necessárias amizades, de passeio ao sol de inverno, de boas reuniões de família e a surpresa de eu me saber forte. Aquele lado sereno e fácil de respirar que eu pretendo sempre impor à vida.
Segue 2018 em relato:
- Aulas nas Escolas NEEJA Menino Deus e Miguel Dario. Rotina e falas repetidas sobre Língua Portuguesa e Literatura.
- Descoberta de uma praia tranquila e de um mar transparente: Arco Íris. Uma temporada perfeita e com muito sol. Dica de Rodrigo & Márcio. Alice ao mar. Andreia & eu celebrando o oceano atlântico. O suficiente pra se reenergizar para o ano.
- Ladodentro entrevista o poeta Ramon Mello.
- Palestra dentro da programação da Secretaria da Educação (SEDUC) sobre poesia em sala de aula.
- Fez 10 anos que conheci Andreia. Década amorosa.
- Novas cores e sabores, outro gosto ao redor.
- Fez 10 anos que conheci Andreia. Década amorosa.
- Novas cores e sabores, outro gosto ao redor.
- Encontros de inverno com os Rosa Norte.
- Duas edições dos Haicais Carimbados, 4 haicais soprando a brisa das marés.
- Finalização do livro Carnaval Subjetivo, poemas recentes e a forma final ao trabalho.
- Mudança para o apartamento da rua Joaquim Nabuco na Cidade Baixa.
- Férias de julho em conexão com as tardes e o sol de inverno.
- Poema Gás de Cozinha publicado na Revista virtual Escriba.
- Leitura do poema Gás de Cozinha no lançamento da 3 edição edição da Revista Escriba, organizada por Gerson Nagel.
- Audições repetidas de muitas canções.
- Passeios pela Baixa. Placas da Baixa.
- Breve comentário sobre a chegada da primavera na TV Record RS.
- Lançamento do livro Carnaval Subjetivo pela Editora Bestiário no Bar Carmelita. Leituras de poemas do livro ao vivo. Divulgação do livro em Rádio TVE e jornal. Entrevistas e chamadas sobre o livro e data de lançamento na Feira do Livro.
- Apresentação sobre literatura de Cordel na Faculdade do Ministério Público.
- Oficina na Feira do Livro, dois encontros sobre a Poesia da Letra da canção.
- Os três anos da Alice.
- A partida de meu pai.
- Leitura de Poemas do livro Tudo Figura com Cristina Dias na FM Cultura, programa Tons & Letras.
- Oficina literária com poetas mulheres dentro do projeto Páginas Abertas, coordenado pela jornalista Amanada Zulke, três encontros mais um encontro de finalização.
- Mudança para o apartamento da rua Joaquim Nabuco na Cidade Baixa.
- Férias de julho em conexão com as tardes e o sol de inverno.
- Poema Gás de Cozinha publicado na Revista virtual Escriba.
- Leitura do poema Gás de Cozinha no lançamento da 3 edição edição da Revista Escriba, organizada por Gerson Nagel.
- Audições repetidas de muitas canções.
- Passeios pela Baixa. Placas da Baixa.
- Breve comentário sobre a chegada da primavera na TV Record RS.
- Lançamento do livro Carnaval Subjetivo pela Editora Bestiário no Bar Carmelita. Leituras de poemas do livro ao vivo. Divulgação do livro em Rádio TVE e jornal. Entrevistas e chamadas sobre o livro e data de lançamento na Feira do Livro.
- Apresentação sobre literatura de Cordel na Faculdade do Ministério Público.
- Oficina na Feira do Livro, dois encontros sobre a Poesia da Letra da canção.
- Os três anos da Alice.
- A partida de meu pai.
- Leitura de Poemas do livro Tudo Figura com Cristina Dias na FM Cultura, programa Tons & Letras.
- Oficina literária com poetas mulheres dentro do projeto Páginas Abertas, coordenado pela jornalista Amanada Zulke, três encontros mais um encontro de finalização.
quarta-feira, janeiro 30, 2019
LIVRARIAS PARA OBTER CARNAVAL SUBJETIVO
Carnaval Subjetivo, lançado em outubro de 2018 pela Editora Bestiário, encontra-se a venda nos locais abaixo e também pela Estante Virtual.
Ao longo de 2019 alguns agitos literários vão acontecer, entre outras coisas, também para destacar o livro, confira:
Livraria Padula - Cel. Fernando Machado, 997 - Centro
Livraria Raízes - Quintino Bocaiúva, 27 - loja 9 - Floresta
Livraria Mosaico - Riachuelo, 1264 - Centro
Livraria Bamboletras - Lima e Silva, 776 - Cidade Baixa
Livraria Raízes - Quintino Bocaiúva, 27 - loja 9 - Floresta
Livraria Mosaico - Riachuelo, 1264 - Centro
Livraria Bamboletras - Lima e Silva, 776 - Cidade Baixa
domingo, dezembro 16, 2018
PÁGINAS ABERTAS
Participação no projeto Páginas Abertas, coordenado pela jornalista Amanda Zulke, que reúne profissionais da Litertaura para compartilhar a experiência da leitura e escrita para mulheres da Penitenciária Feminina de Guaíba.
Entre as várias atividades do projeto está a oficina literária com o repertório de textos de escritoras com foco na abordagem e olhar feminino sobre o mundo. Um lindo resultado nas criações feitas a aprtir da leitura de autoras como Clarice Lispector, Marina Colassanti e Adélia Prado, entre outras.
domingo, novembro 11, 2018
AUTÓGRAFO NA FEIRA DO LIVRO
O livro estará disponível na banca da Câmara do Livro ao lado do Pavilhão de Autógrafos e na banca da Livraria Mosaico.
quarta-feira, novembro 07, 2018
FOLHETIM - RÁDIO DA UNIVERSIDADE
Entrevista na Rádio da UFRGS, no programa Folhetim, sobre o livro Carnaval Subjetivo.
Ouça lá: https://is.gd/urK4d3
Ouça lá: https://is.gd/urK4d3
domingo, novembro 04, 2018
POESIA E LETRA DA CANÇÃO - OFICINA
Segundo encontro finalizando a oficina literária na Feira do Livro. Criação poética através da canção, ministrada por Diego Petrarca. Leituras das letras, análise, reflexão e até canto durante os encontros. Deu vontade de continuar.
sexta-feira, novembro 02, 2018
LANÇAMENTO DE CARNAVAL SUBJETIVO
No lançamento do livro Carnaval Subjetivo dia 31 de outubro no Bar Carmelita. Leituras, brindes e lindas pessoas que cantam e dançam. Um salve e vários vivas para toda equipe envolvida. Poesia para ocupar o lugar dos carros.
terça-feira, outubro 23, 2018
LIVRO CARNAVAL SUBJETIVO
O lançamento do livro ocorrerá dia 31 de outubro as 19:30, no Bar Carmelita.
Depois, na Feira do Livro de Porto Alegre, no dia 17/11 as 17:30.
Leitura do poema INTERVALO
segunda-feira, setembro 17, 2018
CARNAVAL SUBJETIVO
Novo livro de Diego Petrarca, Carnaval Subjetivo, pela editora Bestiário. Com uma belíssima capa do artista Rafael Muniz. Já está em pré venda no site da editora. Poemas novíssimos e inspiradíssimos escritos de 2015 pra cá, e com uma linda e radiante orelha escrita pela poeta Telma Scherer. Confere lá: http://www.bestiario.com.br/livros/carnaval.html
domingo, setembro 16, 2018
REVISTA ESCRIBA
Revista Escriba no ar, nova edição da revista literária virtual organizada por Gerson Nagel e com um time de autores colaboradores da edição, entre os textos, o poemeu Gás de Cozinha. Confira, tudo que respira, inspira: https://is.gd/Jvfbb5. Seguiram algumas leituras durante o lançamento da revista.
quarta-feira, julho 11, 2018
terça-feira, junho 19, 2018
quarta-feira, maio 23, 2018
sexta-feira, maio 04, 2018
SEMANA ESTADUAL DO LIVRO
Explanação sobre a leitura e a escrita de poesia em sala de aula dentro da programação da Semana Estadual do Livro a convite da Secretaria de Educação. Mais informações: https://is.gd/8851Db
sexta-feira, fevereiro 16, 2018
LADODENTRO ENTREVISTA: RAMON NUNES MELLO
há um sol
dentro de
cada palavra
Essa captação singular sobre a força da palavra e, sobretudo, do efeito poético da linguagem, foi um achado do poeta Ramon Nunes Mello.
O autor escreveu os seguintes títulos em poesia: Vinis mofados (Língua Geral, 2009); Poemas tirados de notícias de jornal (Móbile, 2011), seu livro mias recente foi lançado em 2016: Há um mar no fundo de cada sonho (Verso Brasil, 2016).
Ramon é carioca e o mar é um signo recorrente em sua poesia, ele também organizou e integrou inúmeras antologias, é curador e representante legal da obra de de Rodrigo de Souza Leão. Como repórter, entrevistou mais de 120 escritores brasileiros.
Sobre ele já foi escrito o seguinte: Seus versos fragmentados mostram-se livres e consistentes, expondo a personalidade vívida e harmoniosa do autor de 32 anos, que se entrelaça em questões que abarcam o amor, a espiritualidade, a comunhão, o silêncio, a natureza, a vida e a morte.
Outras nuances do seu trabalho com a linguagem consiste na experimentação, inconsciente, lirismo extraído do cotidiano com personalidade estética e uma explícita relação/influência das letras das canções, mais precisamente da nossa MPB. O autor de 34 anos é um dos nomes mais destacados da produção poética contemporânea e pode ser considerado um agitador cultural bem informado, além de um intenso ativista dos direitos humanos e um estudioso atento da Literatura Contemporânea. Desde 2015 Ramon Nunes Mello é curador e organizador da obra da poeta Adalgisa Nery e em 2017 recebeu o título de Mestre em Literatura Brasileira pela UFRJ.
Mantém o blog http://sorrisodogatodealice.blogspot.com.br/.
Qual sua motivação principal para escrever?
Escrevo por necessidade de criar, recriar a
realidade. Escrever, nem sempre é fácil para mim, mas torna minha vida mais
leve, pelo menos por alguns instantes.
Cita alguns dos autores que você mais reverencia e que constantemente te
acompanham na hora da criação, algo como aquela angústia da influência.
Reverencio a poesia, e agradeço aos mestres que vieram antes. Na hora da
criação, propriamente dita, tento deixar os companheiros sozinhos. Quando
escrevo prosa, gosto muito de ler/reler poemas durante o processo, assim
revisito os livros de Drummond, Bandeira, Gullar, Murilo Mendes, Manoel de
Barros, Al Berto, Sophia de Mello, Ana C., Cecilia Meirelles, Hilda Hilst,
Adalgisa Nery, além de acompanhar a produção meus contemporâneos – tenho
gostado muitíssimo de ler Annita Costa Malufe. Quando escrevo poesia, gosto de
ler prosa: Caio F., Noll, Clarice, diversos escritores que tem dom da beleza e
da loucura da prosa como Carola Saavedra.
Seu livro mais recente: Há um mar no
fundo de cada sonho (2016), dialoga com o signo do mar. De que modo veio
essa inspiração tendo o mar como eixo principal?
Eu nasci perto do mar, na cidade de Araruama, na Região dos Lagos, minhas
lembranças são encharcadas de água e sal. Recordo sempre das vezes que meu pai
me levava junto com minha mãe e meus irmãos para acampar em Praia-Seca e passar
a noite pescando, vigiando a linha com a isca... O mar sempre foi presente no
meu imaginário, também através da fé: com os encantos de Yemanjá e dos seres do
mar. Minha relação com o divino é um constante navegar, no mar cósmico do
astral. Em tudo isso eu mergulho para escrever meus poemas, minhas histórias.
Quanto ao meu último livro, o título é metáfora do mergulho na vida e seus
mistérios, e aqui se inclui a minha relação com a linguagem frente ao vírus HIV.
De que modo é possível traçar um perfil da poesia brasileira contemporânea
sendo você um autor que acompanha de perto a poesia e o contato com os
escritores, organizando eventos, palestras, etc...
É difícil traçar um perfil, pois a literatura contemporânea é marcada pela
diversidade de vozes e estilos. O que percebo é que há escritores que se
preocupam mais com o diálogo com outros autores e outros mais com a própria
escrita e performance. Nos últimos anos, a potência da produção poética das
mulheres tem me chamado muita atenção: Angélica Freitas, Bruna Beber, Marília
Garcia, Annita Costa Malufe (que já citei), Rita Isadora Pessoa, Luana
Carvalho, Amora Pera, Maria Isabel Iorio, Laura Erber, Alice Sant’Anna, Tainá
Rei, Leticia Novaes, Leticia Brito, Luna Vitrolira... E também poetas trans
como Amara Moira, Linn da Quebrada e Virgínia Guitzel.
A performance e a leitura aberta de poesia pode ser um caminho consistente e
funcional para que a palavra poética não dependa mais do livro definitivamente
para acontecer?
A
poesia oral sempre teve muita força, antes mesmo da existência do livro como
suporte. Não penso que a performance poética e a leitura estão ou devem se
separar do livro, entendo que tudo pode ser conjugado e coexistir fortalecendo o
acesso a literatura.
Comente brevemente a força da canção em sua poesia, letra e música
Tenho
muito respeito pela canção, e por mestres como Gilberto Gil, Caetano Veloso e
Chico Buarque, que fazem da música um exercício de expressão poética.
Simultaneamente a leitura de poetas do livro, os poetas da canção me ensinaram
muito sobre o fazer poético, através das letras, ritmos e melodias de suas
canções.
A
poesia Beat, a Tropicália e o Rock Brasil anos 80 são acontecimentos culturais
que alimentaram produção poética dos anos 90 até agora. Como esses eventos
bateram em ti?
Esses
movimentos, que aliaram a literatura, a música e comportamento, me mostraram
que é possível criar poesia para além do papel. Ler o poema “Uivo” de Allen Ginsberg
foi tão impactante quanto ouvir o disco “Tropicália” e conhecer o pensamento de
Tom Zé, Zé Celso, Rogério Duarte e Hélio Oiticica, por exemplo. Da mesma forma
como as letras do Cazuza e do Renato Russo foram importantes para ampliar meu
interesse pela poesia.
A
alteração dos estados de consciência como treino espiritual para alguma
captação da instância poética te interessa para escrever?
Interessa-me
mais a expansão do que a alteração da consciência, no sentido de ampliar a
percepção da realidade através da presença. A captação instantânea não me interessa,
pois prefiro vivenciar o estado de transcendência em plenitude, o contato com o
sagrado, de forma íntegra e sem a preocupação com criação. A reverberação, o
insight, o olhar mais atento ao que está ao redor e além da minha realidade, posteriori
a uma experiência de transcendência, sim, me instigam a escrever.
Um poema que você não cansa de ler e por qual motivo?
“Guardar”
de Antonio Cicero, por me aproximar da compreensão do que é a poesia.
Guardar
Guardar uma coisa não é escondê-la ou trancá-la.
Em cofre não se guarda coisa alguma.
Em cofre perde-se a coisa à vista.
Guardar uma coisa é olhá-la, fitá-la, mirá-la por
admirá-la, isto é, iluminá-la ou ser por ela iluminado.
Guardar uma coisa é vigiá-la, isto é, fazer vigília por
ela, isto é, velar por ela, isto é, estar acordado por
ela,
isto é, estar por ela ou ser por ela.
Por isso melhor se guarda o vôo de um pássaro
Do que um pássaro sem vôos.
Por isso se escreve, por isso se diz, por isso se
publica,
por isso se declara e declama um poema:
Para guardá-lo:
Para que ele, por sua vez, guarde o que guarda:
Guarde o que quer que guarda um poema:
Por isso o lance do poema:
Por guardar-se o que se quer guardar.
"Guardar - Poemas escolhidos", Editora Record -
Rio de Janeiro, 1996, pág. 337.
sábado, fevereiro 10, 2018
NAVILOUCA PARA BAIXAR
Eis a edição única da Revista de Poesia Navilouca, editada em 1974 pelos poetas Torquato Neto e Wally Salomão. Marco da poesia marginal e um ícone da movimentação poética daquele período. Obrigado Isis Rost por compartilhar. Coisa linda de se ler/ver/reler/transver. Segue o link para baixar.
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