quarta-feira, novembro 25, 2015

A POESIA MORA AO LADO

Poema de selecionado Diego Petrarca no projeto de poesia A Poesia Mora ao Lado. Poesia pelas ruas. O poema pode ser apreciado e visto na Av. Andradas (em frente à CCMQ), em Porto Alegre. 


Este é um projeto desenvolvido na disciplina Projeto Experimental Integrador do curso de Publicidade e Propaganda - UniRitter, orientado pela professora Camila Farina. Autoria e curadoria: Natália Gravina e Léo Cruz. Confira mais sobre o projeto http://is.gd/woZ92b.


quinta-feira, novembro 19, 2015

quarta-feira, novembro 18, 2015

MOSTRA OFICINA LITERÁRIA - 2015

Registros da Mostra 2015 das oficinas pela Descentralização da Cultura. A Oficina Literária do Clube de Mães do Cristal e sua produção poética dentro da oficina Literatura e Imagem ministrada por Diego Petrarca. Ente os meses de agosto a novembro, textos para ler e ver em belos e inspirados resultados. 



   




quarta-feira, novembro 11, 2015

PROJETO MAIS EDUCAÇÃO NA FASE

Participação de Diego Petrarca no Projeto Mais Educação na Escola Estadual Senador Pasqualini (FASE). Foram 4 encontros com turmas diferentes entre os meses de agosto e outubro entre conversas sobre poesia e criação literária, além de leituras, audições de poemas e alguns exercícios de criação poética. Uma super recepção da escola e muita organização para desenvolver o trabalho. 


 





sábado, novembro 07, 2015

FEIRA ALÉM DA FEIRA - MESA/OFICINA

Compondo a programação da terceira edição da Feira Além da Feira, a MESA/OFICINA ministrada por Diego Petrarca sobre poesia e Literatura Marginal anos 70 aconteceu na Livraria Sapere Aude!. Material gráfico, livros e  considerações sobre a movimentação poética da Geração Mimeógrafo seguido de uma exercício de criação poética coletiva, com um bonito resultado. 

A MESA contou com a participação do escritor Paulo Ohar, que falou sobre seu livro que em breve será lançado: Os Olhos da Noite, com prefácio de Diego Petrarca. A participação dos integrantes da oficina foi também fundamental para a conversa sobre poesia e sua dinâmica de linguagem. A Feira Além da Feira entrando de vez na cena literária cultural de Porto Alegre. Fotos de Alexandre Alaniz.






sexta-feira, outubro 23, 2015

FEIRA ALÉM DA FEIRA 2015

Começa hoje a terceira edição da Feira Além da Feira com uma super programação,  prosa e poesia e atividades literárias gratuitas, confere lá: http://is.gd/7aukly.


POESIA DESSE DIA

Poema de Diego Petrarca em ZH, 13  de outubro. Nova safra. No dia que a partida de Manuel Bandeira completa 47 anos.


sexta-feira, outubro 09, 2015

NO CAFÉ CARTUM

Olha só que bonito ficou um poema de Diego Petrarca para o Café Cartum, o espaço de diversão e arte que reúne artistas e promove atividades culturais além de muita diversão na Cidade Baixa. Ideia de Guilherme Moojen, o poema emoldurado pode ser lido e visto por lá. O poema em questão é parte do PoesiAdesiva e está espalhado em espaços da cidade baixa, mas, sobretudo, agora também no Café Cartum.


domingo, outubro 04, 2015

ATUAIS LEITURAS

Livros de agora: Os ensaios caprichados sobre os poetas Cacaso e Arnaldo Antunes, de Mariano Marovatto e Alessandra Santos, respectivamente. Também de Marovatto, pela coleção O Livro do Disco, As Quatro Estações, clássico da nossa Legião Urbana que ano passado completou 25 anos de lançamento e talvez o mais carregado de referências literárias. Como se não bastasse, o mais novo livro de haicais de Alice Ruiz, mantras para o cotidiano: Outro Silêncio. Eis as leituras das semanas seguintes.




FIOS ENTRELAÇADOS

Diego Petrarca no lançamento do livro de poemas de Beatriz Balsan, ela já frequentou as oficinas literárias e agora o presenteou com o seu convite para escrever o prefácio do seu belo livro: Fios Entrelaçados, pontos altos do mais absoluto lirismo.


quarta-feira, setembro 23, 2015

LADODENTRO ENTREVISTA: FERREIRA GULLAR


Entrevista com o poeta Ferreira Gullar na ocasião do lançamento do seu livro de poemas mais recente Em Alguma Parte Alguma, lançado em 2011. A entrevista foi publicada em outros blogs mas por aqui permaneceu inédita desde então. As palavras de Ferreira Gullar sobre alguns de seus livros mais experimentais e a reflexão sempre estimulante sobre criação e função poéticas. Sem dúvida essa conversa foi uma das mais especiais, um orgulho grande  aqui do Ladodentro Entrevista.  


No livro em Alguma Parte Alguma, existe alguma nova abordagem poética ou a inauguração de um novo tema em sua poesia?
  
Nesse livro, há temas que o definem e o distinguem: um desses temas é o universo; outro, a consciência da morte e outro ainda, a relação entre ordem e desordem. Mas não foram temas que escolhi a priori para escrever os poemas. Na verdade, eles surgiram durante os anos em que os 
escrevi e, surgidos, passei a explorá-los.

Existe algum pré requisito de linguagem para um texto autorizar-se poesia? O estranhamento? O sentido incompreensível?

A linguagem da poesia pode às vezes oferecer dificuldade para o leitor comum mas não é intenção do poeta escrever difícil. A dificuldade nasce da necessidade de ultrapassar a expressão prosaica e alcançar o nível da poesia.

A sua produção Neoconcreta foi encerrada. Existe alguma possibilidade de você retomar essa forma poética revolucionária em sua criação recente?

A experiência neoconcreta pertence a uma época determinada - final da década de 50 começo da de 60 - e se esgotou ali. A última face de minha poesia neoconcreta foi constituída de poemas-objeto, com uma única palavra. Isso não tem nada a ver com os poemas que fiz depois, fundados basicamente no discurso poético.


 Sua atividade de poeta está acompanhada do crítico de arte. De que forma o texto do crítico de arte reverbera em sua poesia, tanto no critério artístico como na linguagem?

 Como o poeta Gullar e o crítico de arte Gullar são uma mesma pessoa, naturalmente alguma coisa de um estará presente no outro, mas a linguagem do poema, a experiência poética é coisa muito diversa da expressão crítica, analítica, dos escritos sobre arte. Às vezes, o crítico que sou dá lugar ao poeta e, em vez de texto crítico, escrevo textos poéticos.

Qual o seu método de criação? Existe alguma disciplina determinada na hora de escrever?

 Não, não tenho método para escrever poesia e não creio que isso seja possível, a não ser, em alguns poetas, ao nível da técnica. No meu caso, o poema nasce do espanto, do inesperado e eu o invento, ali, a partir da descoberta inesperada. Certamente, tenho um modo próprio de estruturar o poema e isso resultou de uma longa e diversificada experiência. Sem o domínio técnico da expressão, não há expressão poética.
  
O Poema Sujo e Crime na Flora são dois livros importantes em sua obra, tanto no plano da inovação da linguagem como na explosão do sentido poético, além de aproximar a poesia da prosa. Existe uma aproximação entre essas duas obras no sentido de perseguir um efeito original em seu discurso?
  
 "Crime na flora" e "Poema sujo" são experiências poéticas inteiramente diversas: o primeiro nasceu da necessidade de eu voltar a escrever, já que havia destruído minha linguagem de poeta no final de "A Lua Corporal"; já o"Poema Sujo", escrito mais de 20 anos depois, resulta de outras questões e especialmente de necessidade resgatar o vivido e reinventá-lo. Quanto ao mais, devo dizer que forma e conteúdo são entidades inseparáveis.


Poesia pode ser encarada como uma profissão?

 Fazer poesia não é profissão, não pode ser.
 
Algumas palavras de Gullar para fechar nossa conversa: o que é imprescindível na existência?

 Algumas frases minhas se tornaram muito conhecidas e até já circulam como se fossem criação anônima. Cito duas: "Não quero ter razão, quero ser feliz" e "A arte existe porque a vida não basta".

sexta-feira, agosto 28, 2015

UM ARTISTA NA OFICINA DO CRISTAL

Grande e absoluta presença a visita do artista e amigo Rafael Muniz Espíndola hoje em nossa Oficina Literária do Cristal pela Descentralização da CulturaReflexões, processos de criação, a confluência entre a imagem e a palavra numa explanação que durou todo tempo da aula e encantou as autoras/alunas na sempre receptiva turma. E pra fechar um exercício que libertou o nosso gesto e percepção gerando um belo resultado. Obrigado Rafael Muniz Espíndola!


 

 

terça-feira, agosto 18, 2015

JORNAL CÂNDIDO - PARANÁ

Um privilégio poder contribuir com a matéria do Jornal Cândido, da Biblioteca Pública do Paraná, na bela reportagem de Márcio Renato dos Santos (segue o editorial: http://migre.me/re5Mq) sobre a Geração Mimeógrafo. É sempre fundamental destacar a atuação dos poetas daquele período e a riqueza da sua produção poética. Confira lá: