sábado, junho 28, 2014
SARAUS REUNIDOS
Cristiane Cubas e Diego Petrarca, representando o Cabaré do Verbo no Saraus Reunidos, organizado pelo IEL, dia 26 de junho. A POESIA ENTRA EM CAMPO com mediação de Marlon de Almeida.
sábado, junho 21, 2014
BANANAS AO VENTO: TROPICÁLIA
sábado, junho 14, 2014
BLOG DA SAPERE AUDE - POESIA TOTAL
No blog da Livraria Sapere Aude, texto sobre o lançamento da obra poética completa de Waly Salomão. Poesia Total foi lançado dia 26 de maio de 2014. Confira o texto no link abaixo.
http://sapereaudelivros.blogspot.com.br/2014/06/amante-da-algazarra.html
quinta-feira, junho 12, 2014
ENTREVISTA POÉTICA DE JUNHO - KLEDIR RAMIL
A segunda edição do projeto Entrevista Poética, conduzida por Diego Petrarca e Lorenzo Ribas na Livraria Saraiva do Praia de Belas, recebeu ontem, dia 11 de junho, o compositor e escritor Kledir Ramil, que falou da sua prática como cronista e letrista, influências literárias, as diferenças artista pop e o escritor. Também comentou a influência de poetas da canção em seu trabalho, da relação com Quintana e Moacyr Scliar. Do mesmo modo, Kledir falou da força da linguagem cotidiana, a gíria e as expressões típicas das diferentes regiões destacando a riqueza de linguagem de cada uma delas incorporadas em seu trabalho.
Entre outros assuntos e instantes de emoção do convidado, uma presença marcante para o projeto receber esse grande artista da palavra.
Entre outros assuntos e instantes de emoção do convidado, uma presença marcante para o projeto receber esse grande artista da palavra.
segunda-feira, junho 09, 2014
CAMPEÃO OLÍMPICO DE JESUS
Encarte raríssimo de uma das faixas do show de 1984 que Maria Bethânia fez em homenagem a Clarice Lispector, A Hora da Estrela, que reunia um belo repertório baseado no romance de 1977. Entre elas, duas parcerias de Caetano Veloso e Waly Salomão. Uma delas, Campeão Olímpico de Jesus, é inédita em disco.
sábado, junho 07, 2014
sexta-feira, junho 06, 2014
LEIA NA CAMISA - MAIO/JUNHO
Mais uma bela edição do Cabaré do Verbo ontem de noite na Casa De Cultura Mario Quintana e a Bambu Cicloteca com novas trocas e doações de livros contou com mais uma edição do projeto LEIA NA CAMISA. Uma história, um poema lido ou vestido. Agradeço a colaboração das pessoas que participaram.
https://www.facebook.com/pages/LEIA-NA-CAMISA/583075648433338
https://www.facebook.com/pages/LEIA-NA-CAMISA/583075648433338
domingo, junho 01, 2014
DEPOIS DA ÁGUA - TELMA SCHERER
Novo livro de Telma Scherer, Depois da Água. Poemas e fotografia da autora que está na em Floripa. Logo ela deverá estar por aqui falando do seu mais novo trabalho. Uma nova fase da poesia de Telma, agora dialogando com a fotografia e experimentando essa conexão num híbrido de verbo e imagem. Sempre as palavras certas para as imagens certeiras. Segue um poema para degustação.
quinta-feira, maio 29, 2014
ENTREVISTA POÉTICA - KLEDIR RAMIL
Dia 11 de junho Kledir Ramil na Entrevista Poética com Lorenzo Ribas e Diego Petrarca na Saraiva do Praia de Belas, vamboralá!
http://www.saraivaconteudo.com.br/Eventos/Arquivo/57344
domingo, maio 25, 2014
LADO B
Segundo passada, 19/05, Diego Petrarca proferiu um minicurso sobre a poesia brasileira anos 70 dentro da programação da Semana Acadêmica da Letras da UFRGS, (O LADO B da Literatura), alguns amigos e ex professores. Destaque para o empenho e organização da equipe organizadora e os cuidados de Pedro Marodin. O Bando Hoburaco, com Paulo Ohar e Dênia Da Rosa, marcou presença durante a Feira de Livros independentes. Bom ver o interesse e participação dos alunos sobre essa fase da nossa poesia e a surpresa por constatar que realmente esse período da poesia brasileira ainda não é abordado em sala de aula.
quinta-feira, maio 22, 2014
OFICINA SOBRE A ESCRITA DE QUADRAS
Finalização do módulo da Oficina Literária sobre a escrita de Quadras, na Livraria Sapere Aude, entre março e maio de 2014. Os cartazes/adesivos trazem impressos parte dessa produção. A turma foi composta por Bernadete Saidelles, Paulo Ohar, João Alberto Luiz, Silvia Preissler e Silvia Agnes.
Seguem algumas quadras produzidas em aula:
BERNARDO
Bernardo um garoto
De barriga muito cheia
É feliz! Humorado
Sempre pronto pra peleia.
(Silvia Pressler)
Olhos verdes, mar profundo
com carinho pra me dar
quando vejo, eu desbundo
ele é meu angorá
(Silvia Agnes)
Não gostava de conflitos
contava histórias
nervos aflitos
ainda nas memórias
(Paulo Ohar)
Um corpo embriagante
elegante e macio
que seja um bom amante
e me cause arrepio
(Bernadete Saidelles)
Um beijo patogênico
e um bafo antigênico
monstruosidade priápica
e abraço fisioterápico
(João Alberto Luiz)
TEXTOS NO BLOG DA SAPERE AUDE - QUADRAS PAULISTANAS
A livraria Sapere Aude apresenta em seu blog colunas sobre o tema literário, desenvolvida por colabores da área e escritores, pesquisadores e estudantes. Com a curadoria do professor Robertson Frizero, o blog traz uma reflexão e informações sobre criação literária, livros e teoria.
Diego Petrarca passa a colaborar no blog com textos sobre poesia, o primeiro texto é sobre o livro Quadras Paulistanas, lançado e 2013 por Fabrício Corsaletti. Confere lá:
http://sapereaudelivros.blogspot.com.br/2014/05/um-modo-criativo-de-conhecer-sao-paulo.html
Diego Petrarca passa a colaborar no blog com textos sobre poesia, o primeiro texto é sobre o livro Quadras Paulistanas, lançado e 2013 por Fabrício Corsaletti. Confere lá:
http://sapereaudelivros.blogspot.com.br/2014/05/um-modo-criativo-de-conhecer-sao-paulo.html
PARA GOSTAR DE POESIA
Oficina na FestiPoa Literária, leitura e comentários sobre poemas de Ana C., Paulo Leminski e Francisco Alvim para uma turma atenta e interessada nos poetas dos 70. Na Casa De Cultura Mario Quintana. Fotos de Ana Mendes.
LADODENTRO ENTREVISTA - TONINHO VAZ
Toninho Vaz é especialista em biografar poetas malditos. Sua biografia O bandido que sabia latim, de 2003, aborda a vida e a obra de Paulo Leminski. Em 2005, foi a vez do poeta e letrista Torquato Neto voltar a ser falado graças a pesquisa de Toninho Vaz, jornalista curitibano muito atento aos artistas da contracultura. A segunda edição de Pra mim chega, atualiza a vida de um dos poetas mais relevantes dos anos 70, via Tropicalismo. O trabalho de Toninho é sério, informado e respeitoso, pelo menos essas duas biografias citadas são fundamentais para o entendimento e importância dessas personalidades poéticas do Brasil.
Na
sua opinião, qual as contribuições de Torquato Neto para a chamada poesia dos
anos 70, a Geração Mimeógrafo, que atribuí ao poeta uma influência para essa
movimentação poética da época?
Veja bem, antes temos que considerar que, a rigor, Torquato não construiu uma
poética, simplesmente porque nunca teve essa intenção. Ele não planejava
publicar um livro com suas poesias, razão pela qual a primeira reunião dos seus
escritos vai surgir depois de sua morte, reunidos em “Os últimos dias de paupéria”,
editado pela viúva Ana e pelo amigo Waly Salomão. Mas, obviamente, ele era um
grande poeta como considerava ser: “Um poeta não se faz com versos”, dizia.
Alguns
nomes importantes para a história de Torquato Neto acabaram não colaborando com
a sua biografia (o que obviamente fez falta em seu livro) na sua opinião, qual
o motivo de Bethânia, Gal, Gil, por exemplo, evitarem dar depoimentos?
O nome Torquato causa
desconforto em alguns tropicalistas, pois a amizade deles teve um desfecho radical,
marcado pelo desencontro. Eles se separaram do Torquato, mas não esperavam pelo
suicídio logo em seguida, configurando um trauma coletivo. Mas eles todos são
espiritualizados e provavelmente sabem o que aconteceu.
Torquato
Neto virou um ícone da contracultura no Brasil. Você considera que a figura do
autor de Geleia Geral ficou muito vinculada ao Tropicalismo e isso de algum
modo abafou outras atividades para as quais Torquato se dedicou e de algum
modo, conceituou?
Creio que o trabalho do Torquato foi interrompido muito precocemente, aos 27
anos (na verdade, na madrugada em que ele completou 28 anos) e ainda longe da
maturidade intelectual. Mas estamos falando dele até hoje, o que revela a
importância da sua incipiente produção intelectual. A Tropicália (ele preferia
chamar assim) foi a explosão do talento dos meninos criativos e mergulhados nos
melhores ambientes culturais. Para Torquato,
a experiência tropicalista somou com trabalhos feitos com músico de
outras áreas, como Edu Lobo e Nonato Buzar.
Você
reconhece na coluna de Torquato no jornal construções textuais comuns a sua poesia?
como se o texto da coluna fosse uma espécie de híbrido entre jornalismo e
poesia e daí a particularidade dessa coluna: ela acabou sendo a poesia que
Torquato encontrou realizar naquele período?
Certamente, muito da produção textual do Torquato vem da coluna Geleia Geral,
que transcendia ao jornalismo tradicional. Eu era leitor da Última Hora, em
Curitiba, e fui visivelmente influenciado pelo texto agressivo, inconformado e
combativo que ele apresentava. Algumas vezes comecei o texto da minha coluna no
Diário do Paraná com citações do tipo: “Como diria Torquato Neto, agora está
tudo certo, otário? O carnaval passou rapidamente e levou junto todos os
problemas?” A ironia a serviço do inconformismo.
Em
sua biografia aparece uma relação mais íntima entre Torquato e Caetano, você
acha muito simplista atribuir o afastamento deles devido a esse rumor? afinal
isso está na biografia de modo bem claro, afinal existe um motivo específico
desse afastamento entre eles?
Acho simplista, sim, pois como eu digo no livro, é bem possível que Torquato
estivesse dando motivos para este afastamento, desde que o alcoolismo se
acentuava e o consumo de drogas também. Mas ele não era inconsequente, um
porra-louca, era doente. De maneira inédita, o livro trás a revelação de um
diagnóstico médico de esquizofrenia.
Você
é o autor da excelente biografia de Paulo Leminski, que considerava Torquato
uma super influência em sua poesia. A respeito disso, como você percebe essa
voz de Torquato na formação poética de Leminski?
Sem nenhum planejamento acabei escrevendo a biografia dos dois poetas, naquilo
que eu chamo informalmente de minha “micro antologia biográfica dos malditos”,
palavra aqui sem conotação bíblica, mas sim numa referência aos poetas
franceses, assim chamados. Torquato e Leminski se pareciam, numa certa maneira,
respeitando-se as diferentes trajetórias. Eram radicais e autênticos.
Recentemente
a UFRGS admitiu o álbum conceitual da Tropicália como leitura obrigatória para
o vestibular, Torquato é um dos elementos que garante a possibilidade literária
nesse disco, por ser um poeta dentro do movimento. Além da canção Geleia Geral,
quais outras letras na sua opinião dão o recado real da proposta tropicalista?
Certamente “Louvação”, parceria com Gil, e
“Mamãe coragem” , parceria com Caetano. Correndo por fora da proposta
tropicalista, gosto muito de “Pra dizer adeus”, parceria com Edu Lobo.
A
Cia das Letras relançou a poesia completa Ana Cristina Cesar, Paulo Leminski e
agora Wally Salomão. Torquato Neto poderia estar nessa lista com total certeza,
no entanto, ela não via necessariamente no livro um suporte para a sua poesia,
fale a respeito disso, Torquato talvez tenha sido um pioneiro no sentido de
fazer poesia fora das páginas?
Talvez. Ele tinha outra maneira de ver a poesia, vivendo a vida poeticamente. Nunca
esteve mirando ser um poeta, digamos, formalmente. Mas os textos completos dele
já estão em livro, no recente “Torquatália”,
editado pela Rocco.
Da
obra ou produções de Torquato com a palavra criativa. quais Toninho Vaz destaca
enquanto leitor/biógrafo?
Eu gosto do conceito criado por ele para a revista NAVILOUCA, reunindo jovens
poetas daqueles anos conturbados, todos de vanguarda, incluindo os
“professores” Décio Pignatari e Augusto de Campos. A revista, entretanto, só
foi editada depois de sua morte. Considero um marco na poesia brasileira.
ANTOLOGIA DO SUL A CHINA
Para receber os visitantes da Semana da China no Rio Grande do Sul, o Instituto Estadual do Livro (IEL) editou um livreto bilíngue – português e chinês – com vinte poemas de dezessete autores contemporâneos do Estado: Alexandre Brito, Augusto Bier, Berenice Sica Lamas, Celso Gutfreind, Diego Petrarca, Fabrício Carpinejar, Flávio Brasil, Lau Siqueira, João Angelo Salvadori, Jaime Vaz Brasil, José Eduardo Degrazia, Maria Carpi, Paulo Seben, Ricardo Portugal, Ricardo Silvestrin, Susana Vernieri, Thomaz Albornoz Neves. Organizado por Laís Chaffe e com tradução de Sun Yuqi, o livreto foi produzido com as parcerias da Associação Lígia Averbuck (associação de amigos do IEL) e Museu Julio de Castilhos.
quarta-feira, maio 14, 2014
terça-feira, maio 13, 2014
ENTREVISTA POÉTICA - JUAREZ FONSECA
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