sexta-feira, agosto 19, 2016

RE-CRIAÇÕES

sobre poema de Antonio Cícero 
sobre poema de Paulo Leminski
sobre poema de Carlos Vogt

quinta-feira, julho 28, 2016

POEMA SUJO NA ALDEIA

Bate papo mediado e apresentado por Diego Petrarca no espaço Aldeia. A celebração do livro Poema Sujo, de Ferreira Gullar, que comemora 40 anos de lançamento em 2016. Um livro importante na trajetória poética de Gullar, em que a memória e a tensão do momento político daquele período contribuíram para uma obra significativa, Na ocasião Ferreira Gullar encontrava-se exilado  e também recompondo sua dicção poética após um período de intensa experimentação com a linguagem. Produção da Livaria Baleia e FestiPOA Literária


 
 

 

 

domingo, julho 10, 2016

POESIA DE BOLSO

Três títulos históricos da Poesia Brasileira pós moderna relançados pela coleção Poesia de Bolso.


sábado, abril 16, 2016

POESIA NO CINEMA




Seguem os filmes lançados recentemente falando sobre poetas e movimentos poéticos: os poetas Cacaso, Armando Freitas Filho e Chacal agora podem ser vistos e lidos na tela. Também um longa sobre o grupo Nuvem Cigana (do qual o poeta Chacal também fez parte)  traz para o público a agitação cultural e poética daquele período contracultural no Brasil onde a poesia despontou. 

Confira os títulos:

Cacaso Na Corda Bamba: https://www.youtube.com/watch?v=jIKWs_nD-VI

Manter a Linha da Cordilheira sem o desmaio da Planície: https://www.youtube.com/watch?v=Vf4a4adY_Pg

Chacal, Palavra Filme: https://www.youtube.com/watch?v=3dkhFXZRwRg


As Incríveis Artimanhas da Nuvem Cigana: https://www.youtube.com/watch?v=Kj42k8p_tjQ

sexta-feira, março 18, 2016

PREFÁCIO E BATE PAPO

Dois bons agitos literários essa semana: o lançamento do livro de poemas de Auber Fiorante Jr, Tarô de Sentimentos, na Livraria Sapere Aude!, prefaciado por Diego Petrarca a pedido do autor que frequentou algumas oficinas literárias. 

Também o bate papo com a escritora Ana Mello, na Shape Cabelereiros, dentro da sua programação cultural no salão, a conversa foi mediada por Diego Petrarca. Para começar o outono pra cima!







sábado, fevereiro 20, 2016

CADERNO DE POESIAS

Lançamento de Cadernos Poéticos de Maria Bethânia. Em DVD e livro. O show é composto de um híbrido de poemas e canções num mesmo espetáculo e a voz de Bethânia ora canta ora declama a poesia de livro e da canção. Aqui ela é a intérprete da palavra e deixa claro o envolvimento artístico que a cantora sempre preservou em sua carreira reunindo num mesmo ímpeto canção e poesia. 

A reunião dos autores/compositores estão num mesmo plano, exemplo: Jorge Ben Jor e Clarice Lispector estão aproximados. E Maria Bethânia com seu poder de tornar esse seu dom encantado em sua fusão  subjetiva entre poesia e música, mais que isso: a palavra viva.

Gravado ao vivo na Universidade Federal de Minas Gerais, Maria Bethânia interpreta obras literárias e musicais de grandes escritores, poetas e músicos brasileiros e portugueses, incluindo nomes como Guimarães Rosa, Dorival Caymmi, Carlos Drummond de Andrade, Fausto Fawcett, Manuel Bandeira, Ascenso Ferreira, Mário de Andrade, Capinan, Wally Salomão, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Patativa do Assaré, Luiz Gonzaga, Fernando Pessoa, Vicente Celestino, Chico Buarque, Castro Alves, Maria Isabel Velloso, Renato Teixeira, Olavo Bilac, Sofia de Melo Breyner, Geônimo, Jorge Ben Jor, Moraes Moreira, entre outros.




quarta-feira, janeiro 27, 2016

SARAU PALAVRA FALADA - PAULO OHAR

Sarau Palavra Falada no Café do MARGS, organizado por Ana Mello, e a poesia noturna de Paulo Rodrigo Ohar. Inspiradas leituras e a alegria em encontrar na mesma mesa Maria Elizabeth KnopfMariah de Olivieri e Dênia da Rosa. O livro Olhos da Noite, de Paulo Ohar, foi lançado em novembro de 2015 e recebeu o prefácio de Diego Petrarca



terça-feira, janeiro 12, 2016

PAISAGENS URBANAS

O poeta Alberto Pucheu incluiu no em seu livro sobre Poesia Contemporânea um capítulo contemplando as Paisagens Urbanas: poemas escritos em espaços da cidade em diversificadas tipologias e modos de dizer, poesia para ler e ver além das páginas. Sintoma da movimentação poética desses tempos?